BRF elege novo conselho nesta quinta-feira

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Acionistas da BRF, a maior empresa catarinense, elegem nesta quinta-feira (26), a partir das 11h, em assembleia ordinária e extraordinária em Itajaí, o novo conselho de administração da companhia após destituir o atual. Como o fundo internacional Aberdeen solicitou a retirada do voto múltiplo, os acionistas votarão numa única chapa de consenso definida semana passada, que tem como candidato a presidente do colegiado o ex-ministro Pedro Parente, presidente da Petrobras, e como vice-presidente Augusto Cruz Filho, presidente da BR Distribuidora.

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Também integram a chapa , Dan Ioschpe, Flávia Buarque de Almeida, Francisco Petros, José Luiz Osório, Luiz Fernando Furlan,  Roberto Antonio Mendes, Roberto Rodrigues e Walter Malieni Jr. 

A mudança ocorre porque os fundos Petros e Previ solicitaram a saída do atual presidente do conselho, Abilio Diniz. O desafio do novo colegiado é definir logo uma diretoria executiva para dirigir a empresa. 

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Consumo de energia da indústria de SC cresce 5,5%

O relatório sobre consumo total de energia em Santa Catarina no primeiro trimestre do ano, divulgado ontem pela Celesc, mostra estabilidade frente ao mesmo período do ano passado. Mas o destaque foi o crescimento de 5,5% no consumo de energia pela indústria no período, o que confirma a consolidação da retomada do setor de transformação no Estado, já mostrada por outros indicadores como os de produção e vendas. A segunda maior alta foi obtida pelo setor rural, 2,7% de expansão de janeiro a março deste ano em relação aos mesmos meses de 2017. 

Conforme o presidente da Celesc, Cleveson Siewert, a estabilidade no consumo total trimestral ocorreu porque os meses de janeiro e fevereiro foram mais frios que no ano passado e, por isso, houve menor consumo com uso de ar condicionado. O consumo residencial caiu 6,1% e o do comércio, 2,8%. No grupo de clientes cativos da Celesc, houve redução de 4,1% no uso de energia.

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No primeiro trimestre a empresa consumiu 4.258 GW (Gigawatts) enquanto nos mesmos meses do ano passado foram 4.442 GW. Essa redução, de acordo com o presidente da Celesc, está ligada à migração de consumidores cativos para consumidores livres, em busca de energia um pouco mais barata. Como a Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou consumidores de até 3 MW migrar para o segmento livre, há essa mudança agora. No caso do comércio, por exemplo, o consumo livre cresceu 15,2% e da indústria, 9,7%. 

— Ano passado, nosso mercado total cresceu 4%, retomando índices históricos do Estado, que é um crescimento anual entre 3% e 4%. Para este ano, estamos prevendo crescimento de 3% — adianta Siewert. 

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