Após uma série de críticas, o presidente Jair Bolsonaro informo pelo Twitter que o governo revogou a medida que previa suspensão de contrato de trabalho sem garantia de renda ao trabalhador. Ao mesmo tempo, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto informa que as decisões para manter a liquidez no país somam R$ 1,2 trilhão, mais de 16% do PIB, uma medida inédita no país. Ele também disse que a autoridade monetária estuda medidas para que o dinheiro chegue às pequenas empresas.
Essas novas medidas indicam que a equipe econômica parece estar um pouco mais atenta e cautelosa, mas faltam soluções. A questão dos salários a serem pagos por empresas sem faturamento é preciso ser resolvida. Uma alternativa é encontrar uma medida nacional avaliando o que o mundo está fazendo. O que não pode é deixar o trabalhador sem renda.
Outra preocupação grande é com as pessoas desempregadas e os trabalhadores informais. Além da ajuda de R$ 200 anunciada pelo governo federal, que é insuficiente, alguns Estados avaliam medidas. Um deles é o Rio Grande do Sul. A renda média do trabalhador informal no Brasil é de R$ 700 a perto de R$ 1.500. De cada 10 trabalhadores do país, quatro estão na informalidade, o que soma cerca de 39 milhões de pessoas.