Disputa entre EUA e China favorece indústria de carnes de SC

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Depois de enfrentar um obstáculo atrás do outro no primeiro semestre deste ano – ausência de compras de carne suína pela Rússia, embargo ao frango pela Europa, restrições religiosas no mercado árabe e a pesada greve de transportadores – o setor de carnes de Santa Catarina vê potencial de melhores vendas neste segundo semestre.

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O que mais anima é o mercado interno e a produção para as festas de fim de ano. Mas com a guerra comercial Estados Unidos-China pode sobrar mais mercado no gigante asiático para carnes do Estado e do país. Uma fonte do setor agroindustrial admitiu que há potencial para mais venda de carnes à China, mas preferiu não estimar quanto. 

Entre os que veem oportunidades de mais vendas aos chineses está o consultor Henry Quaresma, CEO da Brasil Business Partners, especializada em negócios com chineses. Segundo ele, com a sobretaxa de 25% que será colocada pelos EUA para 1,3 mil produtos chineses, incluindo automóveis, soja, carnes, produtos químicos e outros, serão abertas oportunidades para empresas brasileiras. 

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– O agronegócio brasileiro deverá estudar estrategicamente a forma de aproveitar as oportunidades, principalmente com a soja e as carnes exportadas ao mercado chinês – recomenda ele.

Diante de tantos obstáculos para exportar, as mudanças ao mercado chinês podem ser uma chance de expandir vendas lá fora. 

 

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Fazenda digital

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A Secretaria de Estado da Fazenda de SC vai usar recursos do Profisco II, um financiamento de R$ 50 milhões do BID, aprovado pela Assembleia Legislativa, para desenvolver aplicativos digitais. O objetivo é oferecer tecnologia móvel para consulta a documentos fiscais, emissão de notas e lançamentos, explica o auditor fiscal Omar Afif Alemsan, coordenador geral do SAT do Profisco. Ano que vem serão usados R$ 10 milhões e em 2020, R$ 20 milhões. 

 

Correção

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Diferente do que saiu aqui na coluna no último dia 5, quem está à frente do grupo Malwee, de Jaraguá do Sul, tanto na presidência executiva  quanto na presidência do conselho de administração é o empresário Guilherme Weege. O pai de Guilherme, Wandér Weege, atualmente é membro do conselho de administração do grupo. 

 

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