EDP, maior acionista da Celesc, tem lucro de R$ 1,3 bilhão

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A multinacional portuguesa EDP Energias do Brasil, maior acionista individual da Celesc, encerrou o ano passado com lucro líquido de R$ 1,3 bilhão, 5,1% superior ao de 2018. O Ebitda alcançou R$ 2,264 bilhões, com alta de 8% frente ao ano anterior. No quarto trimestre, a companhia obteve lucro líquido de R$ 315,9 milhões,25,5% superior ao do mesmo trimestre de 2018.

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De acordo com a companhia, esses foram os melhores resultados que já alcançou no Brasil. Colaboraram para isso as revisões tarifárias, a gestão integrada das geradoras junto com a comercializadora para reduzir risco energético e implantação do novo segmento de transmissão.

– O ano passado foi marcado pelo aumento da nossa participação em negócios estratégicos para o futuro da Companhia – Redes Reguladas e Soluções de Energia. Com a credibilidade dos resultados alcançados em 2019, estamos confiantes de que iniciamos 2020 preparados para os novos desafios do setor e para seguir numa trajetória de crescimento sustentado – afirmou Miguel Setas, presidente da EDP Energias do Brasil.

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Investimentos em SC

Os investimentos também foram recordes: R$ 2,818 bilhões, 149% mais do que no ano anterior. A empresa adquiriu, no mercado secundário, o Lote Q por R$ 407 milhões, que inclui linhas de transmissão de 142 quilômetros no RS e SC, mais duas subestações. Também obteve, no ano passado, as licenças para fazer o Lote 18, em São Paulo e o final do Lote 21, em SC, que é o projeto com a Celesc, que tem 484,5 quilômetros de linhas em SC e estão sendo investidos entre as duas empresas R$ 1,3 bilhão. Ao todo, a EDP investiu ano passado em transmissão R$ 1,9 bilhão.