Santa Catarina ganha um espaço de ponta para eventos culturais e empresariais, a Arena Petry, projeto de R$ 60 milhões em São José, na Grande Florianópolis, com fácil acesso por ser próximo da BR-101. Com experiência de 20 anos em eventos, a empresa fundada pelo ex-jogador de futebol Sandro Petry, dirigida por ele e os irmãos Roberto, Mariane, Patrícia e Daniel entra numa nova fase. A estreia será dia 1º de dezembro com show de Marília Mendonça e Fernando & Sorocaba. Saiba mais na entrevista do diretor comercial Roberto Petry.
Quais são as expectativas de vocês para a nova Arena Petry?
A expectativa é atender nossos clientes com qualidade. Trabalhamos há mais de 20 anos com entretenimento e o equipamento que tínhamos não era o mais adequado. Atuávamos com shows, formaturas, casamentos, congressos e feiras. Nosso objetivo é continuar fazendo esses eventos, mas com uma melhor entrega para nossos clientes. Pelos diferenciais, esperamos atrair espetáculos e eventos de diversos portes, com a presença de público não só de Santa Catarina, mas de outros Estados. O fato de poder fazer 10 eventos simultâneos com entradas independentes e estruturas independentes vai abrir muitas portas para nós.
Que números do empreendimento você pode destacar?
Os investimentos somaram cerca de R$ 60 milhões. A nova arena tem 24 mil metros de área construída, está num terreno de 61 mil metros quadrados e tem 2.300 vagas para veículos, das quais 200 estão no subsolo. Pode receber até 19,4 mil pessoas. A casa oferece total acessibilidade para portadores de necessidades especiais, cinco elevadores, rampas e banheiros adaptados. É 100% climatizada e tem um dos maiores palcos do Brasil, nem tanto pela grandiosidade, mas pela estrutura. Sustenta até 27 toneladas. Poderemos fazer shows internacionais, aqueles que chamamos de show gringo, com carros pendurados, motos, painéis gigantes de LED e outros produtos.
Se tivesse que citar um diferencial, seria a acústica?
Sim. É algo à parte. Fizemos um investimento muito alto para oferecer qualidade para quem está num evento na arena e, também, para que não perturbe quem está fora da arena. O telhado tem três camadas acústicas e todas as paredes têm isolamento. As soluções foram baseadas numa casa da Holanda que é referência no mundo para ambientes fechados. Ouvimos muitos especialistas de diversos tipos de espetáculos. A acústica vai permitir fazer um congresso e um show ao mesmo tempo. É o único lugar que eu sei que permitirá isso.
Qual é a reação que as pessoas têm quando conhecem a nova arena?
Elas se sentem impactadas porque a arena tem um pé direito alto, um palco muito grande. Foi feita por pessoas que entendem do negócio. Cada cantinho tem um porquê.
Qual é o lado bom de trabalhar com eventos? E o difícil?
O lado bom é poder proporcionar alegria, momentos de felicidade para as pessoas, poder aproximá-las. A gente vive num mundo repleto de compartilhamento, mas de pouco contato. Sobre o lado difícil, quando a gente trabalha com serviços, que é servir as pessoas, a gente escuta bastante. Quando temos um questionamento, vemos uma oportunidade para melhorar.