Lideranças presentes no evento do Mapa segunda-feira, em Florianópolis, passaram a defender compra futura de milho para SC ter o grão por preço mais equilibrado e acessível, sem depender dos altos e baixos de safra. Um dos defensores dessa estratégia é Arene Trevisan, diretor da JBS, que atuou nessa área. Ele diz que são operações difíceis, para serem feitas por quem conhece esse tipo de mercado, mas é a melhor alternativa. O diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ariel Mendes, também defende compra futura do cereal.
Plano do governo
Preocupado com esse constante problema, a secretaria de Estado da Agricultura, em 2016, sob o comando de Moacir Sopelsa, sugeriu acertar um preço mínimo para produtores do grão em SC ainda antes do plantio. Naquele ano, a sugestão foi R$ 32 por saca, sendo R$ 1 de seguro. As agroindústrias não aceitaram. Tanto Sopelsa quanto o atual secretário de Agricultura, Airton Spies, consideram essa uma alternativa viável, de compra futura.