Novo marco do saneamento leva Casan a reforçar governança

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Município de Piçarras ganhou nova estação de tratamento de esgoto, um dos investimentos concluídos recentemente pela Casan (Foto: Casan, Divulgação)

Após anos de atraso, o Congresso Nacional aprovou o novo marco legal do saneamento, que tem como objetivo ampliar os investimentos na oferta de água e esgoto sanitário tratado, para que o país chegue à universalização desses serviços mais rápido. A nova legislação faz com que estatais tenham que concorrer com empresas privadas do setor em condições semelhantes. As primeiras não gostaram das mudanças, mas estão se adaptando.

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Um exemplo é a Casan, estatal de saneamento de Santa Catarina, que acaba de anunciar, em comunicado ao mercado, a nova composição do seu Comitê de Auditoria Estatutário (CAE). É um órgão que tem a função de assessorar o conselho de administração da companhia para que esse melhore a governança, que é o conjunto de normas seguida pela gestão da empresa para que ela preserve seu valor de mercado e a função de atender a comunidade, com práticas transparentes, necessárias a empresas que estão listadas na bolsa de valores.

A presidente da Casan, Roberta Maas dos Anjos, avalia que essa mudança no CAE com foco em qualificação é mais um passo para aperfeiçoar a governança da empresa. Segundo o presidente do conselho de administração da companhia, Décio Vargas, os novos nomes são profissionais do mercado, que seguem as práticas recomendadas pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).

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Os escolhidos para o comitê de auditoria são Carlos Rocha Velloso, Cristiane Scholz Faísca Cardoso e Eduardo Person Pandini. As principais funções do comitê são monitorar riscos da empresa e aconselhar, para que o conselho de administração tenha mais segurança na governança corporativa que desenvolve.