O ranking das 100 Maiores Empresas de SC de 2026, mais uma vez, tem a gigante de grãos Bunge no topo, com o indicador Valor Ponderado de Grandeza em R$ 35,44 bilhões. Na sequência e mais próximas estão outras duas gigantes, a BRF, dona da Sadia, Perdigão, e Qualy com VPG de R$ 33,86 bilhões, e a WEG, com VPG de R$ 31,35 bilhões. Na sequência, entre as 10 mais estão também a Aurora Coop, Engie Brasil Energia, Grupo Havan, Sicoob Central SC, Celesc AXIA Energia Sul e Whirlpool. (Veja listas com as 100 empresas na galeria de imagens nesta matéria)
O ranking é elaborado pela revista Amanhã e a consultoria PwC, seguindo um critério exclusivo, o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). A revelação dos dados e premiação das empresas líderes foi realizada em evento na Federação das Indústrias de SC (Fiesc). O presidente em exercício da entidade, André Odebrecht, destacou a resiliência e o papel transformador da classe empresarial do estado.
Veja o ranking das 100 Maiores nos quadros abaixo:
O Top 10 teve várias mudanças considerando os dados das empresas de 2025 na comparação com os do ano anterior, 2024, que entram no VPG. A Celesc estava na nona posição e subiu para a 8ª neste ano, a Whirlpool estava na 8ª e caiu para a 10ª. A AXIA Energia Sul (antiga Eletrosul) estava na 11ª posição avançou para a 9ª em 2025. A Tupy estava em 10º lugar e caiu para o 11º.
A Amanhã destaca também que o pódio das três maiores – Bunge, BRF e WEG – pode mudar até no próximo ano ou um pouco mais. Isso porque os Valores Ponderados de Grandeza das três está um tanto próximo e são companhias que quase sempre crescem, embora no caso do agro, são possíveis maiores variações.
Entre os dados do estudo da Amanhã e a PwC também chama a atenção o tema prejuízo. A soma dos prejuízos subiu 66,6% e chegou a R$ 2 bilhões em 2025. Desse total, a Tupy registro R$ 654,5 milhões, principalmente em função do tarifaço dos EUA. Mas a Autopista Litoral Sul também teve prejuízo alto, de R$ 559,2 bilhões. As principais causas foram realização de investimentos atrasados e evasão de pedágio. Mais de 900 mil motoristas não pagaram o pedágio, segundo dados da companhia.
O Valor Ponderado de Grandeza (VPG), que define o ranking da Amanhã e PwC, é calculado com base em dados dos balanços das empresas do ano anterior. Considera patrimônio líquido (50%), receita líquida de vendas (40%) e lucro ou prejuízo líquido (10%).



