Recorde no Porto de Imbituba

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A força da economia asiática garantiu um salto ao Porto de Imbituba. O terminal fechou o primeiro semestre com alta de 90% na movimentação de contêineres, principalmente em função da nova linha de longo curso para a Ásia iniciada em setembro do ano passado. O movimento geral no primeiro semestre subiu 14% frente ao mesmo período do ano passado. Em junho, o complexo registrou a maior movimentação mensal da sua história: 554 mil toneladas. Na primeira metade do ano, foram destaques o crescimento de 79% nas importações de sal, 27% de coque, mais um embarque de bovinos vivos para a Turquia e estreia na movimentação de arroz com casca.

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A SCPar prevê que o porto vai fechar o ano com crescimento de 10%. Outro destaque é a cabotagem, que cresceu 15% no semestre. 

 

Poder feminino

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A advogada Janaína Gesser Prazeres, 44 anos (foto), assumiu a diretoria Comercial da Casan. A estatal catarinense de água e saneamento volta a ter uma diretora 10 anos após Adeliana Dal Pont, atual prefeita de São José, ter ocupado uma cadeira na alta cúpula diretiva da companhia. O presidente Adriano Zanotto está atento à importância de contar com o talento feminino em todos os escalões da empresa. Na foto, Janaína ontem após a posse, ao lado de Zanotto (D) e do marido, o também advogado Cassiano Starck. 

 

Bandeira vermelha

A falta de chuvas nas regiões que sediam as maiores hidrelétricas do Brasil, especialmente no Sudeste, é a causa de mais um mês de bandeira tarifária vermelha. Em julho, terá patamar dois, com custo de R$ 5 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Em junho, também foi vermelha, com o mesmo custo. Os dados sobre o nível dos reservatórios e chuvas são acompanhados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

 

Economia quase parada

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Se o ritmo da retomada econômica estava baixo, a greve dos transportes e a eleição inibiram ainda mais a atividade. O empresário Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, indústria de embalagens, disse que os pedidos estão parados, à espera da eleição. Vale lembrar que o setor de embalagens sente antes as crises. Outro industrial preocupado é o presidente da Irmãos Fischer, Ingo Fischer. Segundo ele, a atividade está quase parando e, em função da alta carga tributária, está mais barato importar do que produzir no Brasil.

 

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