Saiba o valor bilionário que o comércio varejista de SC faturou em 2023

Setor varejista e o segundo maior arrecadador de impostos para o governo estadual, informa o secretário da Fazenda, Cleverson Siewert

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O presidente do Sindilojas Florianópolis, Marcelo Philippi, fala no lançamento regional da campanha "Comércio local é legal" (Foto: Estela Benetti)

Geradora do sexto maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, a economia catarinense apresenta números na casa dos bilhões em diversos setores. O comércio varejista do Estado, por exemplo, faturou em 2023 a cifra de R$ 192 bilhões, sendo o segundo maior arrecadador de impostos para o governo estadual.

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Essas informações foram destacadas pelo secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert, em vídeo apresentado nesta terça-feira, no lançamento estadual da campanha da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio SC) e sindicatos de lojistas, para incentivar compras locais. Com o slogan “Comércio local é legal”, a campanha destaca que as compras no comércio da vizinhança impulsiona mais a economia das cidades e, consequentemente, do Estado.  

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Cleverson Siewert informou também que o comércio varejista oferece 365 mil empregos diretos no Estado e é composto por quase 150 mil estabelecimentos, entre empresas grandes, médias e pequenas. Essas empresas estão baseadas nos 295 municípios catarinenses, movimentando a economia e gerando impostos como o ICMS, que é estadual, e o ISS, municipal.

– O comércio local é o combustível da economia. Gera emprego e renda e contribui para o desenvolvimento das cidades e do Estado. Quando o consumidor escolhe um produto ou serviço local, está apoiando e incentivando o empreendedorismo e novos negócios. Ganha o cidadão, ganha o empreendedor, ganha a cidade e também ganha o Estado – afirmou o secretário da Fazenda.  

Uma das lideranças presentes no lançamento da campanha no Sindilojas da região de Florianópolis, o secretário de Desenvolvimento da capital, Juliano Richter Pires, informou que hoje os setores maiores arrecadadores de impostos no município, na ordem, são: tecnologia, saúde, turismo, comércio e serviços.

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