A maior atividade para recuperar impactos da greve dos caminhoneiros resultou em desempenho melhor da indústria catarinense em agosto. Pesquisa de indicadores realizada pela Federação das Indústrias do Estado (Fiesc) apurou que as vendas do setor tiveram crescimento real de 17% em agosto frente ao mesmo mês do ano passado e de 6,2% em relação ao mês anterior.
No período de janeiro a agosto, a alta em SC alcançou 13,6%. A média nacional na mesma comparação foi uma alta de 5,5%, menos da metade da variação catarinense; e em agosto na comparação com o mesmo período de 2017 variou 2,5%.
Dos 14 setores pesquisados em SC, 13 tiveram crescimento em agosto. As maiores altas no mês frente ao ano passado foram em alimentos (38,3%), produtos de metal (29%) e veículos, reboques e carrocerias (21,1%). Os piores resultados foram em celulose e papel (-2,8%), borracha e plástico (1,8%) e metalurgia (3,5%). Neste ano, os alimentos também lideraram, com alta ainda maior de janeiro a agosto (33,7%), seguidos por produtos de metal (27,2%), vestuário e acessório (24,6%) e veículos, reboques e carrocerias (15,6%). Também no ano, o único resultado negativo foi o de celulose e papel (-2,8%).
A pesquisa também apurou que o total de horas trabalhadas na indústria de SC em agosto frente ao mesmo período de 2017 cresceu 0,11%, a massa salarial real caiu 1,19% e o número de empregos subiu 0,57%.
Tecnologia para EaD
A expansão acelerada do ensino a distância no Brasil requer mais inovação. Esse foi um dos temas do 24º Congresso Internacional de Educação a Distância, que acontece no CentrolSul, em Florianópolis. Segundo Margarete Lazzaris Kleis, diretora da Delinea, uma das realizadoras do evento, as tecnologias podem potencializar o aprendizado. É possível usar gamificação, simuladores, animações, vídeos interativos e novas ferramentas síncronas. Mas há pouca oferta de conteúdos diferenciados assim.
Plano ao eleito
Os economistas Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, e Paulo Tafner, do Ipea, estão finalizando proposta de reforma da Previdência para o vencedor (a) da eleição presidencial. O plano prevê economizar R$ 130 bilhões por ano. Uma proposta é para os nascidos a partir de 2104 e para os atuais, a sugestão seria a proposta que está no congresso, mas acelerando a adesão às novas regras.
Brasil e o mundo
Pesquisa do Global Network of Directors Institutes (GNDI), que reúne instituições de governança e o Brasil é representado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corportativa (IBGC), apurou que para líderes de conselhos de empresas brasileiras, os três maiores problemas do país são Tributação e gastos governamentais (69,1%), Corrupção (61,8%) e Pobreza (42,4%). Na média mundial, os maiores são Pobreza (45,4%), tributação (41,3%) e custos de assistência médica (37,9%). A corrupção é um problema maior na América Latina, diz a superintendente do IBGC, Heloisa Bedicks.
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