Tudo que o Figueirense não queria está ocorrendo. As baixas no time preocupam a comissão técnica e assustam os torcedores. A conta aumenta a cada diagnóstico. O último foi o do zagueiro Cléberson, que tem uma previsão de quatro semanas fora. Com o campeonato acabando em três semanas, é mais um que muito provavelmente não vai estar na eventual decisão com a Chapecoense. E a conta já tem Felipe Amorim, Betinho e João Paulo. Todos têm status de titular na equipe do técnico Milton Cruz.
O torcedor ainda se lembra de 2012, quando o Figueirense fez um campeonato irrepreensível na fase de classificação, mas chegou bastante “quebrado” à decisão contra o Avaí, com o ataque titular, formado por Júlio César e Aloísio, machucado. O resultado foi um time atropelado em campo em duas finais contra seu maior rival.
Equilíbrio entre necessidade de pontos e recuperação
É bom lembrar que o Figueirense ainda precisa de pontos para efetivamente garantir seu lugar na final. Mais do que isso, ainda tem a briga possível para trazer a decisão para Florianópolis. Então o trabalho mais difícil vai ser agora administrar jogadores importantes, para que não haja um número ainda maior de atletas machucados, e, ao mesmo tempo, não enfraquecer o time dentro de campo nos jogos que restam.
Não é um trabalho simples de fazer. Ainda mais considerando que as opções de revezamento no time – com mesma qualidade – se foram. De agora até o dia 8 de abril, o Figueirense tem duas corridas. Uma delas é no departamento médico e, talvez, seja a que mais preocupa neste momento.