A primeira improvisação é Luanderson na zaga. Pelos treinos e pelas informações, ele é o novo companheiro de Betão. Mesmo que já tenha jogado como zagueiro, informação confirmada pelo ex-técnico dele Waguinho Dias, Luanderson veio como volante, posição em que se destacou no Marcílio Dias.
A segunda improvisação é Julinho no meio, como um segundo volante. Posição que não é a original dele, que sempre foi lateral e que não era a que vinha jogando antes de voltar ao Avaí – Julinho estava de ponteiro esquerdo numa segunda linha.
A terceira improvisação é Lourenço na ponta direita. O atleta, formado na base do Avaí, já foi atacante, volante, meia e vinha se destacando como lateral direito. Na realidade, ninguém sabe ao certo qual a melhor posição de Lourenço. É o famoso coringa. Numa avaliação inicial e bem superficial, são muitas improvisações para um time que precisa ter mais seguranças em campo do que incertezas.
Acontece que o técnico Alberto Valentim tem o maior argumento que qualquer treinador pode ter, que é o resultado ruim das nove primeiras partidas. Se nada estava certo, é obrigação dele reinventar a equipe e mexer.