O Avaí colocou em campo, pela primeira vez, um time diferente daquele montado pelo técnico Geninho. Era mesmo necessária uma solução alternativa. O Leão estava previsível para os adversários. Com mais qualidade de passe, com as presenças de Marquinhos e Moritz no meio, não ficou dependente dos laterais/alas Guga e Capa. Isto dá à equipe, daqui pra frente, uma nova perspectiva para as 18 partidas que restam.
O conjunto que entrou em campo diante do Vila Nova foi o mais adequado para aquele jogo. A partir de agora é preciso justamente analisar rodada a rodada, adversário a adversário, com muito cuidado e de forma bastante detalhada. Marquinhos vai ser importante em casa. Com o comando que tem e com o respaldo do torcedor. A combinação entre ele e Moritz também. Mas vai haver jogos em que a dinâmica e a intensidade vão ser quase obrigação.
Na próxima rodada, fora, contra o Brasil-RS, o capitão já não seria uma boa opção. No futebol o certo e o errado são relativos. Não há fórmula dura para o sucesso de uma equipe, mas é preciso ter organização, competitividade, qualidade e alternativas – foi justamente este último aspecto que o Avaí encontrou na vitória sobre o Vila. Que siga assim!