Depois de três vitórias seguidas, já são agora três derrotas seguidas do Avaí na Série B novamente. O clube pagou salários no início de em julho, reagiu, fez três vitórias fundamentais, contra Operário, Sport e Ponte Preta, e saiu da zona de rebaixamento. Depois disso, voltou a ter atuações de erros, e até certa apatia, como contra o Novorizontino, no último sábado, perdeu três partidas seguidas e voltou pra zona de rebaixamento. E os salários estão atrasados novamente.
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Neste sobe e desce, o sofrimento do Avaí na luta contra o rebaixamento vai até o final, com mais 11 partidas por jogar. O trunfo do Avaí são confrontos diretos que o time faz dentro de casa na reta final de jogos da Série B. Contra Ceará, Londrina, Botafogo-SP, e São Bernardo, rivais na luta contra o rebaixamento, os jogos vão ser na Ressacada. Podem ser os jogos da salvação e da permanência do Avaí. Mas minimamente o time precisa chegar estruturado e não destruído por derrotas e falta de confiança.
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Partidas como contra o Novorizontino e o Fortaleza, que foram derrotas, têm repercussões diferentes na campanha, mesmo com resultados iguais. A derrota para o Novorizontino destrói, com atuação apática, que tira confiança e coloca referências em dúvida. A derrota para o Fortaleza pode até trazer confiança ao time e certezas, já que foi uma atuação competitiva em que o Avaí não merecia perder.
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Fora isso, a diretoria tem que fazer sua parte. O presidente Bernardo Pessi falou após o jogo contra o Fortaleza e garantiu assumiu responsabilidades sobre ações, sobre necessidades e sobre o momento. É isso! O Avaí precisa de uma direção forte, de lideranças e, principalmente, de soluções para problemas extracampo. O principal deles é o recorrente atraso de salários.














