Brasil e Bélgica prometem fazer um jogo de ataques. Pode ser um jogo de muitos gols, o que seria excelente, afinal há muita qualidade nas duas seleções. A tendência deve ser até a Bélgica tomando iniciativa no início do jogo. Não com a intensidade do México, mas com posse de bola. A Seleção Brasileira vai provocar isto, tomando um posicionamento no seu campo, com a organização que tem mostrado neste Mundial.
O Brasil de Tite é aquele time que aos poucos vai tomando conta da partida e, quando o adversário percebe, já não consegue mais conter as jogadas do ataque brasileiro. Acredito neste desenho para a partida, uma das mais esperadas desta fase da Copa do Mundo.
Jogadores especiais
A Bélgica tem De Bruyne, que é o cérebro do time. É o Toni Kroos belga. Aquele que organiza, que dá o ritmo, que faz passes mágicos. A Seleção Brasileira não pode dar espaços pra ele no meio de campo. Tem ainda o mágico e talentoso Hazard, com a camisa 10. É o jogador dos dribles, das jogadas pessoais, da velocidade. Joga geralmente pelo lado esquerdo.
Fágner vai ter que cuidar dele. É o atleta que pode desequilibrar a defesa brasileira e o jogo. Olho nele. No ataque, a Bélgica tem Lukaku, um centroavante-centroavante que o Brasil não tem. Além deles, na jogada aérea, Fellaini deve entrar na equipe. Não é tão bom de bola, mas tem 1m94cm de altura e ataca muito a bola nos cruzamentos. Um perigo na bola aérea.