A polêmica da semana foi o cartão vermelho do zagueiro Dedé, do Cruzeiro, na Libertadores. Uma expulsão absurda que acabou tendo o VAR como meio, talvez até como justificativa para o árbitro paraguaio Eder Aquino tomar a decisão totalmente equivocada. O lance foi uma disputa de bola no alto e houve um choque entre Dedé e o goleiro do Boca Juniors, Andrada.
Era um lance de choque, como muitos que ocorrem em todas as partidas de futebol. Foi um lance forte, tanto é que Andrada fraturou o maxilar, mas não houve nenhuma intenção ou maldade. Não houve sequer falta. Não cabia nenhuma advertência, fosse ela verbal, cartão amarelo, ou muito menos cartão vermelho.
Mas o segundo erro está sendo cometido por parte de quem analisa e repercute o absurdo. A culpa não foi do VAR, muito menos o erro. Errou o árbitro, ele tomou a decisão. O VAR não decide nada sozinho. É um instrumento eficaz e precisa ser muito mais utilizado. Condenar o VAR é atingir o alvo errado.