Figueirense encara um cenário diferente

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Enfrentar o Criciúma na zona de rebaixamento e sem sinais de reação era o cenário que o Figueirense poderia visualizar até quarta-feira. Mas as coisas mudam com a contratação de Argel. O Tigre vai ter outro comportamento no domingo e a tendência é de uma partida bem mais complicada para o alvinegro. Argel vai exigir entrega, intensidade e reação do Criciúma. O Figueirense tem que estar atento a isso. São armadilhas que o Catarinense apresenta. Aliás, curiosidade é Argel estrear justamente contra o Figueirense, um clube em que foi tão feliz, com anos históricos, como 2014 e 2015.

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Prioridades

A Copa do Brasil vai tomando corpo para a dupla da capital, com as classificações à terceira fase. Avaí e Figueirense têm pela frente grandes adversários. Fluminense e Atlético-MG em dois jogos – ida e volta, como de costume. O primeiro peneirão eliminou quatro catarinenses. A dupla da capital passou e agora tem o desafio de passar mais duas fases, pra furar o segundo peneirão. A discussão sobre prioridades surgiu da entrevista do técnico do Avaí, Claudinei Oliveira, que afirmou que “a gente tem que priorizar o que é mais importante para o clube”, dando a entender que a prioridade dele é a Copa do Brasil. O que foi desdito em contato com a diretoria de comunicação do clube nesta sexta. Não vejo problema e acho que o Avaí poderia mesmo priorizar a competição nacional, o que não significaria largar o estadual. O problema é que este sempre vai ser um assunto muito delicado. A rivalidade local ainda mexe muito com o torcedor, que não aceitaria um Avaí menos interessado com o Figueirense na liderança.

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Pisou na bola

O diretor de futebol do Avaí foi assunto nesta sexta por algo que não deveria ter feito. Um desabafo dele nas redes sociais pessoais rendeu muito o que falar depois de uma vitória importante do time. Joceli ameaçou “chutar o balde” por algum motivo que não deixou claro. Deveria ter discutido o “problema” internamente e não na fogueira de opiniões e cornetas que é a rede social hoje em dia. Seria a postura ideal na posição que ele ocupa, um cargo de confiança do presidente Francisco Battistotti.

Jorge Henrique e mais 10

Ele jogou pouco, mas já jogou muito nesta temporada. Depois da partida de quarta-feira, em que entrou no segundo tempo, quando a partida estava complicada para o Figueirense, e assumiu a responsabilidade, chamando o jogo pra ele e tranquilizando os mais jovens. Até brinquei na CBN Diário que era “bola no pai” e o Figueirense partia pro ataque. Jorge Henrique já havia feito isso contra o Joinville, no Catarinense. Os departamentos físico, fisiológico, médico e até a nutrição têm que cuidar de Jorge Henrique. É um atleta que vai ser fundamental na temporada. É o mais experiente e vitorioso jogador que o Figueirense tem. Veio no ano passado pra fazer a diferença, mas pelo jeito vai fazer a diferença este ano. Num ano em que se discute o time titular do Figueirense, Jorge Henrique tem mostrado que é o primeiro deles.