Figueirense foi campeão Catarinense na superação e na qualidade

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O Figueirense foi gigante para arrancar o 18º título de sua história, em Chapecó. O time fez um ótimo primeiro tempo, com organização, postura, estratégia e objetividade. A Chapecoense foi surpreendida com a boa marcação do Figueira, que fechava ao mesmo tempo o meio e o lado do campo.

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O time foi seguro e estava consciente do que fazia em campo, enquanto que a Chape estava incomodada e até desorganizada. A vitória parcial da primeira etapa era bastante merecida e correta, no gol marcado por Gustavo Ferrareis.

Tensão na segunda etapa

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Mas o segundo tempo reservava os momentos de maior tensão. A Chapecoense foi inteiramente pra cima, dando o contra-ataque para o Figueirense, que teve oportunidade de ampliar em duas escapadas nos minutos iniciais. Mas não fez. A partir dos 15 minutos a pressão foi enorme. A Chapecoense criou muitas situações e encurralou o Furacão. O Figueira vinha cada vez mais pra trás com as entradas de João Lucas e Pereira. Parecia que não iria suportar, mas o time foi guerreiro e se superou.

A entrada de Maikon Leite devolveu o Figueirense para o ataque. Pelo menos na possibilidade de ligar um contra-ataque novamente. E foi na qualidade dele que o jogo e o campeonato se definiram. Bastou a ele uma chance para mostrar a qualidade que tem. Por baixo de Jandrei, com a frieza de quem sabe o que está fazendo. Aos 39 minutos do segundo tempo o título estava definido.

VAR não foi necessário

Em apenas dois lances a consulta explícita foi feita à cabine de comando da arbitragem de vídeo. Num início de confusão entre Nogueira e Wellington Paulista. No lance não houve nada demais, a arbitragem consultou e mandou o jogo seguir corretamente. Depois no segundo gol do Figueirense a Chapecoense reclamou que a bola havia saído no início da arrancada do volante Pereira. Não saiu. Verificação feita e gol confirmado. O jogo foi tranquilo e a arbitragem segura de Bráulio Machado facilitou bastante. No final das contas, o grande destaque dado à novidade da arbitragem de vídeo, não se justificou dada a participação mínima do VAR durante a decisão.