Outro dia escrevi aqui que não havia como fugir do Orlando Scarpelli. É a casa do Figueirense e ali que o time tem que se fazer forte. A rodada marca a volta do Furacão ao seu estádio depois de duas semanas e de duas derrotas, para a Ponte Preta e para o Oeste. Portanto, passou da hora de fazer as pazes com a vitória diante da torcida. E é hora de esquecer a cobrança que muitas vezes vem da arquibancada e irrita ou incomoda o jogador em campo.
A busca pelo resultado tem que ser maior que isso. O adversário é complicado. O Vila Nova é um time bem treinado e que tem no trabalho de Hemerson Maria a sustentação da sua competitividade. Normalmente são times que exploram as deficiências do adversário, que encurtam o campo, jogando numa faixa de 25 a 30 metros e tem muita força e velocidade pelo lado. É importante fazer o resultado, mas ele só vai vir com um Figueirense muito organizado e consciente em campo.