A renúncia do presidente Wilfredo Brillinger marca o final de um período de polêmicas no Figueirense. Brillinger sai com a marca de uma rejeição enorme junto à torcida. Foi um presidente que afastou os ídolos e isso fez com que muitos torcedores se afastassem também. Foi um presidente que não teve a marca da boa gestão, muito pelo contrário – a dívida do clube cresceu de forma exponencial, chegando a casa dos R$ 80 milhões neste final.
Teve título e acesso, mas teve rebaixamentos na Série A também. O último ano, 2017, foi o mais complicado, com o time caindo pelas tabelas no Estadual e na Série B. O caminho poderia ter sido o pior. A saída foi a melhor decisão. Dá, inclusive, credibilidade à nova gestão, que se vê livre de fantasmas sobre interferências.
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