Jogo difícil e classificação do Avaí na superação

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O Avaí entrou no jogo efetivamente aos 17 do segundo tempo com a expulsão do atacante Getúlio. Impressionante como o Leão ressurge na dificuldade. O time passou a jogar melhor com 10 contra 11 do Fluminense. É verdade que as alterações do técnico Claudinei Oliveira foram precisas. Ele tinha acabado de colocar Maurinho em campo para acertar a marcação dos laterais do Fluminense, invertendo Romulo pro lado esquerdo e fixando Maurinho no lado direito.

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A entrada de Lourenço no lugar de Moritz foi pra colocar intensidade e fazer o time realizar um trabalho de 11 jogadores, como se não estivesse com um a menos em campo. O Avaí até ali tinha sofrido muito com os dois laterais. Sofreu no primeiro e no início do segundo tempo. Não conseguia marcar Gilberto e, principalmente, Ayrton Lucas, o lateral esquerdo.

Depois da expulsão e das mudanças, o jogo ficou igual. O que é muito curioso. O gol do Avaí saiu em cima da alteração recém realizada pelo técnico Abel Braga, que tirou um dos zagueiros da linha de três. O Avaí cobrou rapidamente a lateral e aproveitou que ninguém marcou ninguém pra fazer com o baixinho Lourenço o gol da classificação. O jogo foi complicado, mas o Avaí mais uma vez mostrou que superação é com ele mesmo.

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A missão quarta fase está cumprida e o Leão segue como único catarinense sobrevivente do “peneirão dos 80” da primeira parte da Copa do Brasil.

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