O pré-clássico mostrava que o Avaí tinha mais a ganhar e o Figueirense tinha mais a perder. Para o Leão, o clássico veio no momento certo, para o Figueira, não. E o resultado do jogo traz reflexos muito positivos para o Leão. É a afirmação do time que Geninho reestruturou. A defesa do Avaí está muito bem com os três zagueiros. E o time ganhou uma força de ataque que nunca teve com Claudinei Oliveira. O time saiu muito forte com a vitória e pode embalar na Série B. Precisa entender o que o jogo, a atuação e o resultados trazem de positivo. Se conseguir fazer essa análise de forma correta, o Avaí vai crescer ainda mais.
Grandes atuações azurras
André Moritz daria realmente mais qualidade. Escrevi isto antes do clássico. Mas a atuação dele ficou bem maior do que o projeto. O meia foi muito bem. Tem uma virada de jogo que nenhum outro jogador do Avaí tem. Mas o destaque absoluto foi Rodrigão. O atacante caía pela esquerda, vinha no meio e entrava de centroavante. Comandou o ataque do Avaí, criando e finalizando. Foi o melhor em campo disparado.
Arbitragem e gol
O gol do Avaí tem erros de arbitragem. O primeiro é na defesa que Eduardo fez no chute de Renato. Com os braços ele evitou o gol em praticamente em cima da linha. Seria pênalti para o Avaí e expulsão do zagueiro. Na sequência, Rodrigão estava em posição de impedimento para pegar a sobra e fazer o gol. São lances rápidos e difíceis para a arbitragem. Aliás, Rodolpho Toski Marques até foi bem. Os assistentes quiseram atrapalhar o trabalho dele.