A cota da Série B era para ser dividida através da posição no ranking, como foi em 2017, o que faria o Avaí ganhar quase R$ 1,4 milhão a mais que Figueirense e Criciúma. Porém, os representantes do Furacão e do Tigre votaram pela divisão igualitária, “tirando” essa fatia do bolso da equipe azurra, que está se sentindo prejudicada por ter perdido R$ 1,4 milhão.
Série B mais democrática
É o ano da Série B para o futebol catarinense. Com três representantes na competição, Avaí, Criciúma e Figueirense, vai ter a atenção de maior parcela dos torcedores do Estado. A Série A tem somente a Chapecoense. Não há nenhum daqueles 12 grandes entre os 20 da Segundona. Portanto, já não há, em tese, aquele desequilíbrio que houve em edições recentes, com Internacional, Palmeiras e Vasco.
No Conselho Técnico da Série B, também ficou decidida uma divisão mais equilibrada da cota de transmissão de televisão. Cada clube irá receber R$ 6 milhões e 30 mil. Entre eles, estão os três catarinenses. Há duas exceções: Coritiba e Goiás têm cotas especiais e maiores que os outros 18. É uma vantagem destes dois times, mas que não dá a eles garantias de classificação à Série A 2019. É uma Segundona que promete mais equilíbrio em campo e fora dele.
Tabela que seria paga via ranking
Coritiba cota diferenciada
Goiás cota diferenciada
Avaí R$ 7,4 milhões
Ponte Preta R$ 7,1 milhões
Atlético-GO R$ 6,9 milhões
Londrina R$ 6,7 milhões
Oeste R$ 6,4 milhões
Vila Nova R$ 6,2 milhões
Brasil-PEL R$ 6 milhões
Juventude R$ 6 milhões
Boa Esporte R$ 6 milhões
Paysandu R$ 6 milhões
Figueirense R$ 6 milhões
Criciúma R$ 6 milhões
CRB R$ 6 milhões
Guarani R$ 6 milhões
CSA R$ 4,8 milhões
Fortaleza R$ 4,8 milhões
São Bento R$ 4,8 milhões
Sampaio Corrêa R$ 4,8 milhões