A Seleção ainda não tinha apresentado o futebol seguro, consciente e envolvente. Não foi um futebol de intensidade e agressivo, mas foi maduro. O time sabia o que precisava fazer e foi cozinhando a Sérvia aos poucos. Fez uma atuação de acordo com que o jogo pedia. Na defesa, soube usar posicionamento e imposição física para contar a bola aérea.
No ataque, soube explorar os espaços da defesa adiantada dos sérvios, com passes precisos, deslocamento e velocidade. Além disso, o toque de bola foi desgastando os rivais, que claramente cansavam nas partidas anteriores aos 25 do segundo tempo. Cansaram novamente.
Quando o Brasil fez o segundo gol, aos 23 da segunda etapa, a Sérvia desmoronou fisicamente e aceitou que não daria mais pra buscar. Desta vez não houve tensão, não houve ansiedade e não houve nervosismo com a arbitragem. Houve futebol, pensado, planejado e muito bem executado. Foi um time maduro em campo. Deu gosto de ver.