Uma nova velha escolha e a troca de perfil do Avaí

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Geninho está de volta. Todo mundo sabia que ele era a “carta na manga” do presidente Francisco Battistotti. Várias vezes, quando o técnico Claudinei Oliveira balançou, o nome de Geninho esteve na mesa.

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Chegou a ser convidado para assumir como uma espécie de manager para trabalhar junto com Claudinei. Então, a volta do experiente treinador não surpreende ninguém.

Claudinei Oliveira é um treinador com uma linha de trabalho que se encaixa mais àquilo que é feito no que se convencionou chamar de “futebol moderno” ou “futebol atual”, em que há uma preocupação enorme com recomposição, organização de linhas e por aí vai. Na verdade, Claudinei era e é um organizador de defesas. Mas o que desgastou o trabalho dele foi também essa preocupação enorme com a recomposição e com o sistema defensivo.

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Geninho já é aquele perfil “boleiro” e amigão dos jogadores, que sabe conduzir um vestiário e enxerga movimentos muito antes de alguma coisa acontecer. Só que Geninho tem o ponto falho justamente neste trabalho do dia a dia, no treinamento da equipe, na repetição e na organização.

Não que suas equipes não sejam organizadas, mas Geninho prefere 10 vezes uma conversa do que a repetição exaustiva dos treinamentos. São perfis completamente diferentes. Geninho tem totais condições de levar este grupo atual à Série A, como fez com um grupo não tão forte em 2014, mas vai precisar deste suporte do trabalho do dia a dia.