Florianópolis está travada, e a prefeitura não faz nada

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Foto: Tiago Ghizoni / NSC Total

Durante o feriadão da Proclamação da República, multiplicaram-se os problemas de mobilidade que atingem as ruas de Florianópolis no centro histórico, Beira-Mar Norte e imediações.

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O inicio da temporada com as praias lotadas e dias de verão,  outra vez transtornos para a população, com filas gigantescas de veículos na ida e na volta dos balneários do Norte e do Sul da Ilha.

Nos dias de semana, a Beira-Mar Norte é um inferno. Todas as horas do dia milhares de motoristas perdem preciosas horas em engarrafamentos que vão, principalmente, da Casa da Agronômica até a Praça Celso Ramos.

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A cidade tem carros demais, é verdade. Mas está carente de intervenções do poder público com estudos de engenharia de tráfego, inteligência artificial e ações pontuais para melhorar a circulação de veículos.

A Beira-Mar Norte é uma das vias mais movimentadas da Capital. De uns dias para cá virou um calvário. 

Por que? 

Porque o semáforo da Igreja São Luiz fica mais tempo aberto para poucos carros da rua Rui Barbosa do que da Beira-Mar Norte, que tem três faixas de rolamento.

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Na frente do Direto do Campo há um retorno que pode ser cancelado, para evitar paradas longas e novo bloqueio.

Em outros pontos da cidade costuma acontecer o engarrafamento pelo efeito dominó.   

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Filas de carros de uma rua ultrapassam o cruzamento e fecham tudo.  E não se vê intervenção da Guarda Municipal para evitar estes transtornos.

São incontáveis os casos em que ações bem pontuais evitariam perda de tempo, estresse e muita irritação dos motoristas.

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