Redução do duodécimo vai fechar Gaecos e 63 promotorias de Justiça

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Um estudo técnico realizado pela Procuradoria Geral de Justiça concluiu que a redução dos recursos destinados ao Ministério Público de Santa Catarina, na proposta original do governador Carlos Moisés da Silva que tramita na Assembleia Legislativa, vai provocar o fechamento de todos os Gaecos, de 63 Promotorias de Justiça e outros cortes naquela instituição.

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O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias está sendo votado na Comissão de Finanças, que se reunirá nesta terça-feira para decidir sobre o parecer do deputado Marcos Vieira (PSDB), o relator, que já se manifestou contra a redução do duodécimo para todos os poderes e a Udesc.

No caso do Ministério Público Estadual, o governador diminuiu o duodécimo de 3,98% da Receita Líquida Disponível, para 3,58%. Isto representará perda de R$ 75.309.113,4 no orçamento do Ministério Público Estadual para 2020.

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De acordo com estudo da instituição, se tal ocorrer serão fechados todos os Gaecos –Grupos de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas, dos Geacs-Grupos Especiais Anticorrupção, de 63 promotorias de Justiça e das Promotorias da Ordem Tributária.

O levantamento identificou também perdas também milionárias na mudança dos cálculos da Receita Líquida Disponível. Se prevalecer o que o governador propôs à Assembleia, serão fechadas 141 Promotorias de Justiça em todo o Esado, com previsão de queda no atendimento ao public de 127.279 para 79.511. Alem disso, os procedimentos na área cível e da infância cairão de 590.334 para 370.376. Finalmente, os procedimentos e processos criminais teriam uma redução de 860.892 para 537.799.