O senador Jorginho Melo, presidente do Partido Liberal em Santa Catarina, está integrando a comitiva do presidente Jair Bolsonaro na viagem aos Estados Unidos. Ele embarcou em Boa Vista, capital da Roraima, onde o presidente fez uma escala técnica e participou de vários atos.
O deputado federal Daniel Freitas, do PSL, que fez contatos em Brasília com o Ministério da Ciência e Tecnologia sobre a vinda de uma fábrica da Tesla para o Brasil, também integra a delegação presidencial.
Antes de embarcar, Jorginho Melo, um dos parlamentares mais vinculados e que mais apoia o atual presidente, afirmou:
— O mais importante é representar o nosso estado, que produz e trabalha, mas que muitas vezes foi deixado de lado. Ao lado do Presidente Jair Bolsonaro, buscar novas possibilidades para Santa Catarina.
Manifestações de 15 de março
Em Boa Vista, o presidente da República convocou a população a participar das manifestações populares marcadas para o dia 15 de março. Argumentou que o ato não é contra o Congresso ou o Judiciário, "mas sim a favor do Brasil".
— Pessoal, não é fácil. Já levei facada no pescoço dentro do meu gabinete, (dada) por pessoas que não pensam no Brasil, pensam neles apenas — afirmou — Essa é uma grande realidade. Dia 15 agora tem um movimento de rua espontâneo. Se um político tem medo de movimento de rua, não serve para ser político. Então participem. Não é um movimento contra o Congresso, contra o legislador, contra o Judiciário. É um movimento pró-Brasil. É um movimento que quer mostrar para todos nós – presidente, Poder Executivo, Poder Legislativo, Poder Judiciário – que quem dá um norte para o Brasil é a população.
E mais adiante:
— Não somos nós políticos que dizemos para onde o Brasil deve ir. Nós apenas conduzimos. Vocês, povo, que dizem para onde ele deve ir. Então esse movimento de rua é muito bem-vindo, porque nós estamos submissos à lei. Como diz o artigo quinto que todos podem se reunir pacificamente, bastando apenas comunicar à autoridade competente. Participem e cobrem de todos nós o melhor para o Brasil. Nós temos obrigação de atendê-los. Não é favor da nossa parte. Ninguém tem que se preocupar. Quem diz que é um movimento popular contra a democracia está mentindo e tem medo de encarar o povo brasileiro.
