Febre do novo “morango do amor” provoca corrida pelo doce e leva confeitarias a redobrar produção

Alta procura demandou horas extras e aumento de equipe

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A empresária Maria Eduarda Macedo vendeu em média 200 unidades do doce na primeira semana em que começou a produzir (Foto: Pedro Machado, NSC Total)

Ele voltou, mas agora repaginado. Uma nova versão do “morango do amor”, rebatizado de “morango cravejado”, virou febre nas redes sociais, provocou uma correria pelo doce e levou padarias e confeitarias a redobrar a produção.

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Em Blumenau, a empresária Maria Eduarda Macedo chegou a perder as contas de quantos pedidos já recebeu. Na última semana, ela disse ter vendido em média 200 unidades do doce por dia na confeitaria que comanda – cada uma a R$ 20, o mesmo preço cobrado no morango do amor original.

“Eu vi no Instagram e aproveitei o hype. Tem cliente louco atrás. Eu fiz e bombou”, conta.

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Por causa da alta procura, a equipe de Maria Eduarda precisou fazer hora extra e contratar freelancer para ajudar na produção do morango cravejado, que é, segundo ela, um pouco mais complicado de fazer do que o morango do amor.

Neste fim de semana, ela anunciou um lote de 30 bolos do morango cravejado.

Outros estabelecimentos também sufaram na onda e já relatam dificuldade para encontrar morangos grandes o suficiente para produzir a receita.

Aliás

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Dados compartilhados pelo iFood com a revista Exame mostram que os pedidos por morango cravejado via a plataforma de delivery cresceram mail de mil vezes entre os dias 20 e 30 de agosto.