As obras que faltam para garantir fluidez com o Contorno da Grande Florianópolis

Projetos em andamento no DNIT prometem complementar mobilidade do novo Contorno Viário

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BR-282 (Foto: Dnit, divulgação)

Pelo menos quatro projetos estão avançando no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para ajudar a solucionar o tráfego na região de Palhoça, onde cruzam a BR-282, a BR-101 e o novo Contorno Viário inaugurado na última sexta-feira (9). 

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As filas por ali já vem preocupando empresários locais e a Polícia Rodoviária Federal.

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FOTOS: BR-282 tem licitações lançadas para novo viaduto e terceiras faixas em SC

A mais urgente é a proposta de construção de marginais ao longo de 3 km da BR-282 no bairro Aririú. O projeto de engenharia está sendo elaborado em uma parceria do DNIT com a prefeitura de Palhoça e empresários da região. Este trecho da BR-282, que liga a BR-101 e o novo Contorno Viário, possui intenso fluxo de veículos, principalmente tráfego local, com muitas conversões e acessos à rodovia. As marginais prometem desafogar o gargalo. A obra, no entanto, deve iniciar somente a partir do ano que vem. 

Outra proposta em andamento no DNIT é a de construção de terceiras faixas na BR-282 entre Águas Mornas e Alfredo Wagner. Serão ao todo 15 km de terceiras faixas. A medida pode facilitar a chegada e saída de motoristas que querem usar o novo Contorno Viário. A previsão do DNIT é iniciar as obras em 2025.

Outras duas iniciativas são a longo prazo. A primeira é um Contorno em Santo Amaro da Imperatriz, criando um novo traçado na BR-282 para evitar que os motoristas passem por dentro do município. A nova ligação seria uma rota extra, já duplicada, entre Santo Amaro e o Contorno Viário da Arteris.

A segunda é a duplicação completa da BR-282 entre Palhoça e Lages. O DNIT lançou o edital na praça e está homologando as propostas. São oito lotes entre o Aririú, na Palhoça, até o trevo com a BR-116, em Lages. A elaboração dos projetos de engenharia pode começar já em 2024, mas tem prazo de conclusão entre 18 a 24 meses.

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Todas estas obras precisam sair do papel para resolver a situação de uma estrada já completamente saturada e perigosa.

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