Em 2025, a Casan registrou 1.288 furtos de hidrômetros em Santa Catarina. Em 2026, até o momento, já foram contabilizados 862 casos. Criciúma lidera, negativamente, esse ranking, com 345 ocorrências.
O prejuízo para a companhia — e, consequentemente, para a população — é de aproximadamente R$ 700 mil por ano.
A informação é de Vinicius Andre Ferreira, gerente de Serviços ao Consumidor da Casan.
Não fosse a ação dos criminosos, esses recursos poderiam estar sendo investidos na manutenção e na ampliação das redes de abastecimento de água e de coleta de esgoto nas cidades catarinenses.
Capital
Na Grande Florianópolis, o problema maior está em São José. Neste ano, foram 179 furtos até o momento. Em 2025, foram 399 ocorrências. No ano passado, houve 463 furtos de hidrômetros em Florianópolis.
Alternativas
A Casan estuda trocar a liga metálica do material por plástico como forma de não atrair os bandidos que buscam o cobre existente no interior dos registros.
