O vinho catarinense quer ser tratado como alimento e não como pecado. Os produtores estaduais apoiam a recentemente criada Frente Parlamentar da Uva e do Vinho Brasileiro.
A intenção é copiar o modelo europeu onde o vinho é classificado como alimento e não como bebida alcoólica. Atualmente, o vinho nacional paga 44,7% de imposto. Os vitivinicultores lutam para conseguir, via regulamentação em Lei Complementar, a inclusão na faixa de 60% do Imposto de Valor Agregado (IVA), estimado entre 25% e 27,5%.
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Na reforma tributária já aprovada, produtos da agricultura e com importância regional podem ter esse tratamento diferenciado. Agora, é justificar o vinho como pertencente ao Agro e buscar tratamento tributário diferenciado.
Veja como foi a abertura da 10ª Vindima de Altitude em SC
Vindima chega é décima edição neste 2024 (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Brinde de abertura da festividade (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Vindima chega é décima edição neste 2024 (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Tradicional brinde da abertura das festividades (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Vindima chega é décima edição neste 2024 (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Vindima chega é décima edição neste 2024 (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Evento contou com apresentação de artistas locais (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Vindima chega é décima edição neste 2024 (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Vindima chega é décima edição neste 2024 (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Vindima chega é décima edição neste 2024 (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Vindima chega é décima edição neste 2024 (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Evento contou com a presença de realezas da festa (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Evandro Neiva, secretário de Estado de Turismo (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)Giovane Nunes, prefeito de São Joaquim (Foto: Lucas Amorelli, NSC Total)
A reforma tributária prevê a implementação de um imposto seletivo sobre bens e serviços que sejam prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
Os cigarros e bebidas alcoólicas estão na mira e inspiram o apelido de “imposto do pecado”. O imposto seletivo não é novidade no Brasil, mas segundo especialistas, há possibilidade da nova legislação tornar os itens ainda mais caros.