Joinville ainda tem 725 quilômetros sem pavimentação, uma extensão referente a quase 40% da malha viária da cidade. A atualização foi feita publicação Joinville em Dados, cuja versão de 2018 foi divulgada ontem pela Prefeitura. Ou seja, trata-se de informação oficial, medida pelo Sistema de Informações Municipais Georreferenciadas, o SIMGeo. Nos três estudos anteriores, a cidade tinha em torno de 745 km sem cobertura.
Na década atual, iniciada em 2011, a cobertura da pavimentação (asfalto, paralelepípedos e lajotas) teve crescimento sensível, passando de 57,2% para 60,3%, oscilação motivada pela escassez de obras de asfaltamento no período. Em outra comparação, de cada 10 km de ruas em Joinville, seis têm algum tipo de revestimento. O déficit de pavimentação é distribuído de forma desigual: quase metade das ruas sem asfalto fica nos bairros da zona Sul, enquanto que a região concentra um terço das vias de Joinville.
Não há investimentos previstos em larga escala na pavimentação em Joinville. O financiamento de R$ 61 milhões assinado com o Banco do Brasil será utilizado principalmente em recapes, com fatia menor para asfaltamento de ruas de saibro. Há também o programa de pavimentação comunitários, de cobertura de trechos com lajotas.
Reciclagem
Em reunião nesta semana na Câmara de Joinville, foi tratado do tema da redução na quantidade de materiais recicláveis recolhidos e apareceu também a questão do recolhimento de óleo de cozinha usado, a ser reutilizado na produção de biodiesel. Essa demanda estaria em baixa. No caso da coleta seletiva oficial, já acabou há um tempo.
Sem óleo
Os caminhões da coleta seletiva tinham recipientes para recolhimento do óleo. No começo, a população aderiu e entregava o resíduo, evitando o despejo na pia, um tormento para a rede de esgoto ou de drenagem. Com o passar do tempo, a adesão ao recolhimento foi caindo e acabou sendo cancelado devido à falta de procura.
Vistorias
A eventual exclusividade para os bombeiros voluntários em Joinville nas atividades de vistoria e inspeção de medidas de segurança de edificações tem limites mesmo para o governo do Estado, esfera à qual os bombeiros militares estão subordinados: o Ministério Público de Santa Catarina, em diretriz estadual, aciona as corporações militares em suas apurações, como ocorreu no passado com casas noturnas e clubes e agora com os museus. Não há o que o governador possa fazer.
Lombadas
A Prefeitura de São Francisco do Sul e o Deinfra acertaram a instalação de três travessias elevadas e uma lombada na rodovia SC-415. Foram escolhidos pontos considerados críticos, com grande movimentação de pedestres na rodovia estadual de acesso às praias de São Francisco. A lombada será colocada em frente ao Instituto Federal Catarinense, no Iperoba. A sinalização já começou a ser instalada.
Como é
Um grupo de estudantes da rede municipal de Joinville teve aula na última terça (18) no centro de treinamento dos bombeiros voluntários, onde conheceram equipamentos utilizados no combate a incêndios. A ação faz parte do Programa Escola Cidadã.
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