A Acij também está contra a elevação da tarifa do esgoto em Joinville. Em nota, a associação empresarial se diz “historicamente contrária ao aumento da carga tributária” e lembra ser contra o repasse de parte dos lucros da Águas de Joinville para a Prefeitura, feito anualmente por conta dos dividendos.
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A solicitação da Acij é de retirada da proposta de aumento. Além de lembrar da lucratividade da companhia saneamento, a entidade também cita a baixa cobertura de rede de esgoto como motivo para se posicionar contra a elevação da tarifa.
“Outras fontes de recursos”
“Que o município e a Águas de Joinville busquem outras fontes de recursos para financiar de forma efetiva a implantação dos quase 70% de cobertura de esgoto faltantes na cidade”, diz a Acij.
Entidades como Observatório Social Brasil (Joinville), OAB e Ajorpeme também já questionaram a mudança na tarifa. A alteração está em estudo na revisão tarifária da Águas. Para ir adiante, ainda precisa passar por audiência pública (a consulta foi iniciada, mas suspensa antes do encerramento).
Balanço
No balanço preparado para apresentação segunda à noite na Acij, pela delegada regional Tânia Harada, a Polícia Civil defendeu a instalação de mais delegacias especializadas em Joinville e apontou queda nos indicadores de criminalidade neste ano, em comparação até outubro com o mesmo período do ano passado.
Nos assassinatos, a redução foi de 35%. Entre os assaltos, a maior queda foi na modalidade contra residências, de 72%. Os roubos (sinônimo de assaltos) contra motoristas cai em 59%. No comércio, a diminuição foi de 43%. Já o registro de furtos foi 27% menor.
Valorização
O valor médio dos imóveis urbanos vendidos nas vizinhanças no ano passado está sendo utilizado como parâmetro pela Prefeitura de Joinville no estudo sobre a valorização dos terrenos nas áreas de expansão urbana (AEUs). Esse estudo está sendo feito pela Secretaria de Planejamento Urbano (Sepud) para estimar em quanto serão valorizados os imóveis dessas AEUs com a transformação de áreas hoje rurais em urbanas – mas essa possibilidade ainda precisa ser aprovada pela Câmara, o que deve ocorrer só em 2019.
Outorga
Com base nessa projeção de valorização dos imóveis das AEUS será definido o valor – proporcional – da outorga a ser paga pelos donos de imóveis à Prefeitura quando forem dar uso urbano à área.
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