A construção de uma central de concreto no mar está entre as inovações previstas para a construção da Ponte Salvador-Ilha de Itaparica. Conforme a concessionária contratada para as obras e operação da ponte, a estrutura vai dar mais agilidade e controle no fornecimento de material para as frentes de trabalho. O empreendimento no litoral da Bahia terá 12,4 km, a maior extensão de uma ponte sobre a lâmina d’água na América Latina. O investimento é estimado em R$ 11,6 bilhões, incluindo o sistema viário, com novos acessos em Salvador e via expressa de 22 km na Ilha de Itaparica. A conclusão das obras, em fase inicial, é estimada para 2031.
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Além da central de concreto, a construção da ponte vão contar com mais estruturas de apoio diretamente nas frentes de trabalho. A plataforma de apoio, quase do mesmo tamanho da ponte, é inédita no País, conforme a concessionária. A estrutura permitirá o acesso de trabalhadores, máquinas, materiais e equipamentos às frentes de trabalho. O equipamento será desmontado após as obras.
A construção da ponte contará com guindastes flutuantes de grande porte, para instalação de vigas nos vãos de 100 metros. Nos vãos com as demais metragens, outras modalidades de equipamentos serão utilizadas no lançamento das peças. Nos vãos de 70 metros, a execução vai utilizar sistema de formas móveis superiores. A modalidade terá apoio de treliça metálica para o transporte de materiais.
A programação prevê também uso de balsa com capacidade para guindaste de 320 toneladas. Além dos equipamentos de grande porte (o outro guindaste será de 100 toneladas), a embarcação terá martelos vibratório e hidráulico e guia de cravação, além da estrutura de apoio, como escritórios, refeitório, banheiros, vestiários e áreas de descanso. Os equipamentos serão embarcados em balsa de aço naval com 77 metros de comprimento, 22,4 metros de largura e capacidade superior a cinco mil toneladas. Duas balsas auxiliares serão utilizadas para o transporte de estacas metálicas e materiais.























