Duplicações de duas rodovias federais em SC têm previsão de R$ 220 milhões para 2027

Montantes são maiores do que os reservados para 2026

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Duplicação da BR-280 tem construção de túnel duplo na região de Jaraguá do Sul (foto: Divulgação)

A proposta inicial do governo federal para o orçamento da União, em análise no Congresso Nacional, prevê R$ 220 milhões para a duplicação das BRs 280 e 470 no ano que vem. Cada contrato ficará com a metade. Os montantes, superiores aos aprovados para o atual exercício, podem ser alterados até a votação do projeto, prevista para ser realizada até o final do ano. Os valores também podem ser alterados durante a execução orçamentária. 

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Túnel está em obras no contorno de Jaraguá do Sul

A BR-470 tem a ampliação mais significativa em relação ao valor previsto inicialmente no Orçamento Geral da União de 2026, com R$ 47,5 milhões passando para R$ 110 milhões. São quatro lotes em segmento de 73 km entre Navegantes e Indaial. A maior parte da extensão já está duplicando, com a execução se aproximando de 90%.

A previsão do DNIT é de conclusão da duplicação até o final de 2027. Há desafios pela frente, principalmente no lote 4, entre Blumenau e Indaial, com execução de 62% até agora. Há lotes com conclusão ainda em 2026. Já a duplicação da BR-280, com 75 km entre São Francisco do Sul e Jaraguá do Sul, o valor inicial para 2026 era de R$ 73,4 milhões e agora tem a expectativa de ficar com R$ 110 milhões.

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A duplicação da BR-280 tem dois lotes em andamento. O lote 2.1 está na fase final, com 14 km em Guaramirim, com previsão de conclusão neste ano. A execução está em 90%. Para o lote 2.2, formado pelo contorno de Jaraguá do Sul, com 24 km, a previsão é de conclusão no final de 2027. Há um terceiro lote, com obras paradas desde 2022.

Retomada

No ano que vem, a duplicação da BR-280 terá a retomada das obras no segmento entre Araquari e São Francisco do Sul, com 36 km. O lote foi dividido e neste momento está em andamento a licitação para a volta dos trabalhos em dois trechos, com 17 km. O custo máximo é de R$ 418 milhões, com contrato a ser assinado por quatro anos. O segmento remanescente do antigo lote 1 depende de novo projeto, já em elaboração.