Joinville tem nova redução em mortes nos acidentes

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A mortalidade no trânsito em Joinville está em queda, ainda que a violência dos acidentes continue elevada. As estatísticas divulgadas ontem pela Secretaria de Estado de Saúde apontaram 76 vítimas fatais no ano passado – o critério utilizado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica é o local do acidente (pessoas acidentadas em outras cidades que venham a morrer em atendimento em Joinville, por exemplo, não entram nessa conta). Em 2016, pela mesma regra, foram 108 mortes em  acidentes ocorridos em Joinville. No ranking do ano passado, Blumenau teve o maior número de mortes, com 79 casos. A cidade do Vale do Itajaí tem uma frota da 257 mil veículos, com Joinville contando com 396 mil unidades. Chapecó ficou na terceira posição, com 66 vítimas.

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Na área de fiscalização municipal de trânsito, é apontada uma série de possibilidades pela redução no número de acidentes fatais, desde a retomada da fiscalização eletrônica a partir de 2016, o maior número de blitze da Polícia Militar desde o início do ano passado e até a maior lentidão do trânsito, provocada pelo aumento da frota nos últimos anos na cidade. A quantidade de internações hospitalares pelo SUS motivadas por acidentes de trânsito também tem caído em Joinville nos últimos anos. 

 

Negado

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Em decisão tomada nesta terça-feira (9), o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, a segunda instância da Justiça Federal, não aceitou o ingresso (amicus curiae) de quatro entidades empresariais de Joinville no recurso da Prefeitura contra a decisão que determinou a volta do licenciamento ambiental para o município – a transferência havia sido feita em setembro e foi questionada pelos MPs, com decisão favorável aos pedidos da procuradoria e da promotoria. 

 

Faixa viária

Pelo citado em ata do Conselho da Cidade de Joinville publicada ontem, referente à reunião do mês passado, haveria quem participou de abaixo-assinado a favor da transformação da rua Vitória Régia em faixa viária achando que o documento era algo a favor do asfaltamento da via do São Marcos. Os conselheiros se manifestaram contra a proposta.

 

Justiça nega liminar a entidades que queriam integrar a ação do licenciamento ambiental em Joinville

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Acij, Acomac, Ajorpeme, CDL queriam ingressar na ação como interessados alegando a defesa de associados. Um dos pedidos das entidades, que não chegou a ser analisado, foi para validar as licenças concedidas entre setembro e fevereiro pela Fatma, hoje Instituto do Meio Ambiente. Pela decisão de março da Justiça Federal, os processos precisam passar por análise novamente, desta vez pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Joinville. A Prefeitura e o Instituto continuam recorrendo.

 

Câmara de Vereadores pede retirada de trilhos

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Mais uma vez, a Câmara de Joinville está solicitando a retirada dos ramais de trem não utilizados. Desta vez, o pedido partiu de Rodrigo Fachini (PMDB), citando o cruzamento na Getulio Vargas perto da Estação da Memória. A medida seria para reduzir o desconforto dos motoristas e risco de acidentes. 

 

Vagas obrigatórias

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James Schroeder (PDT) está propondo mudanças nas regras previstas na LOT para vagas obrigatórias em estacionamentos. Além dos portadores de deficiência e idosos, já previstos na lei, o vereador apresentou o projeto para incluir as pessoas com mobilidade reduzida, gestantes e mães com crianças de colo (até um ano). James cita a necessidade de contemplar determinações de lei federal sobre acessibilidade. O projeto começou a tramitar nesta semana na Câmara de Joinville. 

 

Publicado

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Foi aprovado pelo setor de licenciamento da Prefeitura de Joinville o parcelamento do parque industrial privado do bairro Paranaguamirim, com 292 lotes e área total de 1,2 milhão de metros quadrados. 

 

Voltou

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A buraqueira no entorno do terminal central de Joinville está de volta.

 

Grupo de moradores não consegue habeas corpus contra estação de bombeamento de esgoto em Joinville

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O pedido de um grupo de moradores do bairro Floresta para tentar impedir a Águas de Joinville de instalar uma estação de bombeamento de esgoto na praça Tiradentes foi negado pela Justiça, em decisão liminar. O pessoal queria ter acesso livre à praça, o que na prática impediria a obra. A decisão em primeira instância considerou que o pedido de habeas corpus não se encaixa na situação – não estaria sendo violado o direito de ir e vir. A Águas ainda analisa a construção, se vai ou não ser na praça.

 

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