Locais para centro para atendimento de pessoas em situação de rua, com 80 vagas, ainda estão em avaliação

Modelo de gestão também não tem definição

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Novas iniciativas de programa para atendimento de pessoas em situação de rua serão implantadas em 2026 (foto: Arquivo AN)

Anunciado na semana passada pela prefeitura, o Centro de Acolhimento Provisório (CAP), com até 80 vagas para atendimento de pessoas em situação de rua, ainda não tem definição de localização e modelo de gestão. Em princípio, pelas características pretendidas, com área de maior porte (como uma chácara, por exemplo), o CAP deve ficar fora da área urbana. Também está em análise se será equipamento próprio da prefeitura ou contratado por meio de edital de chamamento, para administração por entidade.

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A implantação do novo serviço deve ocorrer em 2026. As pessoas podem ficar no local enquanto buscam fonte de renda, com oferta de cursos de treinamento. Também será espaço para recuperação de saúde, após tratamento, entre outras situações. Conforme a prefeitura, será um espaço “destinado a pessoas que não se enquadram nos modelos de acolhimento já existentes”.

O Centro de Acolhimento foi inspirado em unidade de Chapecó, inaugurada em abril, em espaço na área rural da cidade. Outras iniciativas do município do Oeste no atendimento de pessoal em situação de rua, também devem ser adotadas, como o Centro de Atenção Psicossocial em Álcool e outras Drogas (CAPS AD) 3, com 12 leitos e atendimento 24 horas. Os demais equipamentos, como Centro Pop, casas de passagem e vagas em comunidades terapêuticas, serão mantidos.