O lodo a ser produzido na nova estação de tratamento de esgoto do Jarivatuba, na zona Sul de Joinville, será motivo de licitação para escolha do aterro a receber o material. O aterro sanitário de Joinville, o espaço para onde é levado o lixo doméstico da cidade, não será o destino porque não trata esse tipo de resíduo deixado pelo tratamento de esgoto – o aterro chegou a ser aventado em visita de vereadores.
Turmas
No projeto enviado nesta semana à Assembleia pelo Tribunal de Justiça, as turmas de recursos sediadas no interior, como em Joinville, são extintas. Essas turmas recursais são a segunda instância das ações julgadas nos juizados especiais cíveis, criminais e fazendários.
Na Capital
Três turmas a ser instaladas em Florianópolis, com juízes específicos (sem acumular com outras funções) vão se encarregar da demanda. Na justificativa do projeto, é citado que a comarca da Capital é a única com espaço disponível para a nova estrutura.
Avanço da folha
Ainda que tenha sido realizado um só concurso público nos mais de seis anos de governo Udo, em 2014 (com a grande parte dos aprovados já convocados), as despesas com e pessoal se mantiveram em permanente avanço, até por causa do crescimento vegetativo e das reposições. Ao final de 2012, quando se encerrou o governo Carlito, a folha da Prefeitura de Joinville estava em R$ 557 milhões anuais. Só pela inflação, seriam hoje R$ 806 milhões, em atualização pelo INPC.
Peso na lei fiscal
Pois as despesas com pessoal, entre salários, encargos e outros gastos, estão, hoje, em R$ 999 milhões, conforme o balanço dos últimos 12 meses divulgado nesta semana. Em relação à participação da folha na receita, passou de 45,97% da receita para 48,28% – os índices oscilaram para patamares mais altos e mais baixos nas duas administrações municipais.
