Novos episódios no projeto da “Cota 40”

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Em abordagem referente ao projeto da cota 40, sobre o qual garantiu que a Câmara de Joinville está ouvindo todos os posicionamentos, Maurício Peixer (PR) lembrou que a proposta foi aprovada pelo Conselho da Cidade. Neste momento, os conselheiros vão voltar a analisar o tema, desta vez a emenda de James Schroeder (PDT), para cobrar compensação para quem “reutilizar” as áreas. 

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Cota 40 II

Em vídeo distribuído nas redes sociais, o deputado federal Marco Tebaldi (PSDB) fez críticas à proposta da Prefeitura de Joinville de alterar a cota 40, permitindo novos usos de áreas acima de 40 metros que passaram por mineração e foram rebaixadas. O projeto está em análise na Câmara dos Vereadores e é alvo de ação apresentada pelo advogado Marcelo Artilheiro, também suplente do PSDB na Câmara. 

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Cota 40 III

Para Tebaldi, a restrição às construções em áreas acima de 40 metros, ainda nos anos 70, evitou “catástrofes” em Joinville, além de colaborar na preservação das nascentes e fazer o município ser exemplo em conservação da biodiversidade. O deputado estranhou o fato de o prefeito Udo ter se manifestado em 2014 contra mudanças envolvendo a cota 40 e agora apresenta o projeto. “A quem interessa a alteração da cota 40, que vai abrir um perigoso precedente para o avanço da exploração e ocupação nas nossas áreas verdes e de nossos morros?”, questionou Tebaldi.

 

Transporte

Kennedy Nunes (PSD) fez cobranças ontem à Prefeitura de Joinville, querendo saber se redução do preço do diesel terá influência na passagem de ônibus, afinal, o combustível é um dos principais custos do transporte coletivo. “Menos impostos têm que aparecer na tarifa”. 

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Ambiente

Em material de divulgação das ações previstas para a Semana do Meio Ambiente, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente informou estar na fase de diagnóstico sobre a possibilidade de criação de unidade de conservação entre os bairros São Marcos e Atiradores. A área já é de interesse ambiental. O debate sobre unidades de conservação seria uma forma de informar sobre “conceitos equivocados” de críticas às áreas protegidas como “empecilho ao desenvolvimento”.

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Helicóptero Águia

O comando da PM alega que o helicóptero Águia, baseado em Joinville, está sendo utilizado conforme as “necessidades da operação”. O aparelho não foi usado no período de paralisação dos caminhoneiros porque as principais ações policiais foram por vias terrestres. Foi lembrado que outras aeronaves foram usadas, visando à mobilização e à economia para evitar gastos excessivos. O Águia não entra em operação desde a semana passada. 

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Contornos ferroviários

A mobilização para tentar assegurar recursos para os contornos ferroviários de Joinville e de São Francisco do Sul já deve motivar esforços desde agora, para que o governo federal pelo menos recrie uma rubrica no orçamento da União para o ano que vem. Se isso acontecer, fica mais fácil ampliar os montantes reservados para as obras – foi assim que a bancada catarinense conseguiu colocar mais dinheiro para a duplicação da BR-280. No orçamento em vigor, as obras não ficaram com centavo algum. Os projetos estão na fase final de revisão. 

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Alckmin

Na terça da semana que vem, Geraldo Alckmin terá agenda em Joinville. Além do encontro com lideranças do PSDB, o pré-candidato a presidente deverá visitar os bombeiros voluntários, entre outros compromissos.

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Avaliação

Udo Döhler alegou que as medidas de contenção iniciadas na semana passada por causa da greve dos caminhoneiros vão continuar. Até porque, segundo a avaliação da Prefeitura, os impactos vão continuar por mais tempo.

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Impacto

As medidas para mais economia de recursos, tão ou mais duras do que as adotadas em 2015, não foram anunciadas. O alerta foi feito por Udo no início da greve.

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Proteção de mananciais na Serra Dona Francisca volta à tona

O acidente com derramamento de óleo diesel em rio de Guaramirim trouxe de volta à Câmara de Joinville, como já é costume, a cobrança por ações de prevenção no entorno dos mananciais na Serra Dona Francisca, perto da SC-418. Uma discussão que já vem se arrastando há um bom tempo.

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