Oficinas do Plano Diretor montam diagnóstico de Joinville

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As oficinas de diagnóstico para a revisão do Plano Diretor realizadas ao longo do mês passado e com resultados divulgados agora conseguiram montar um diagnóstico das demandas de Joinville. Entre os resultados, há cobrança por melhoria na infraestrutura, preocupação com ocupações e invasões irregulares ou desordenadas, exigência de mais fiscalização e maior presença de guardas municipais. Após a fase de diagnóstico (que não teve participação expressiva da população), serão realizadas os encontros para apresentação de propostas, atendendo ao mesmo modelo, com oito oficinas espalhadas conforme a distribuição das subprefeituras. Em vigor desde 2008, o Plano Diretor está passando pela revisão prevista a cada 10 anos.

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A necessidade de mais fiscalização foi a principal cobrança no setor ambiental, seja natural e construído. De certa forma, tem relação também com a preocupação com as invasões, citadas na maioria das oficinas: maior atuação de fiscalização seria uma das formas de enfrentamento, assim como a criação de programas municipais de habitação. Na área de mobilidade, a necessidade de melhoria nas calçadas foi citada por 20% dos participantes, dividindo a liderança no segmento com transporte coletivo e infraestrutura _ ficou à frente, por exemplo, da pavimentação, uma das principais demandas da cidade (são mais de 700 quilômetros de vias sem nenhum revestimento).

No campo da saúde, as reivindicações tiveram os equipamentos públicos (postos, PAs, etc.) e a gestão do sistema como foco. A região Sudoeste cobrou um PA. A maior presença de guardas municipais atingiu 25% das citações de demandas na segurança pública, ficando na frente dos demais profissionais de segurança dos equipamentos de vigilância (como as câmeras). O material foi compilado em síntese das oficinas e está disponível para consulta no site da prefeitura de Joinville.

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