A nova concorrência da Prefeitura de Joinville para contratar o serviço de tapa-buracos pode acabar em novo confronto. Na sexta-feira (31), logo após a apresentação das propostas das empresas interessadas, uma das participantes foi desclassificada por causa de penalidades referentes aos atuais contratos de tapa-buracos, assinados ainda em 2018: em dois deles, a paralisação dos serviços (depois retomados), foi considerada indevida pela Secretaria de Infraestrutura de Joinville. Por isso, a empresa não poderia participar da nova licitação, segundo a Prefeitura.
A empresa alegou necessidade de reequilíbrio dos contratos por causa da elevação do preço do cimento asfáltico, insumo usado na manutenção das vias asfaltadas. Inclusive ingressou com ação judicial por conta disso. Também foram feitos esclarecimentos na Câmara.
Por outro lado, a Seinfra não viu motivos para alterar os valores do contrato. A empreiteira tem a possibilidade de recorrer administrativamente ou por meio de ação judicial da decisão de sexta. Outras oito empresas participam da concorrência de R$ 6,4 milhões, dividida em quatro lotes.
Presença de Moisés
Em defesa da “união” do partido, Derian Campos prega definição do candidato do PSL a prefeito com participação de várias lideranças, inclusive do governador Carlos Moisés e do secretário Lucas Esmeraldino. Em recado ao Coronel Armando, atual presidente do partido em Joinville, Derian alega que comandar o partido não significa “excluir” as demais lideranças locais. O ex-presidente alega que o “isolamento da liderança” só favorece partidos “novos” ou a “situação”.
Com a união
Derian cita ainda, como uma “pergunta que não quer calar” sobre a eleição em Joinville, qual será a opinião do governador Moisés. O empresário lembra, sugestivamente, da sua condição de integrante do governo do Estado. O ex-presidente recorda também do respaldo da cúpula nacional ao Coronel Armando, como deputado federal, para comandar o PSL em Joinville – no que não vê problema. “Mas ele deveria compor uma executiva para a união do partido”.
Ainda a ser definido
Sem “clima” no PSB, Rodrigo Coelho alega que sua preocupação agora é resolver o “divórcio litigioso” com seu atual partido para depois definir o futuro. Portanto, o deputado federal nega já ter se decidido pelo PR. Em relação ao PSB, Coelho afirma ter divergência com a cúpula nacional por não concordar com a oposição ao governo Bolsonaro, além de discordar da intervenção em Santa Catarina. O deputado tentará acordo para deixar o PSB.
