A Prefeitura de Joinville e as empresas de ônibus estão apelando da decisão judicial de junho com determinação de realização de licitação do transporte coletivo em até um ano, a partir daquela data. A mesma sentença reconheceu dívida de R$ 125 milhões do município com as duas permissionárias por causa da defasagem da planilha entre 1999 e 2010.
Esse montante pode ser usado como abatimento na futura concorrência. Como a decisão foi tomada em primeira instância, cabe recurso. O atual contrato venceu em 2014 e está prorrogado até que saia a licitação.
Pedido
O Ministério Público de Santa Catarina está solicitando informações sobre as licenças para instalação de empreendimento em terreno na avenida Santa Catarina, no Floresta, em local conhecido antigamente como Morro do Lehm. Há planos de instalação de loja de departamentos no local.
Reunião com o governador eleito
O Conselho das Entidades Empresariais de Joinville ainda tenta trazer o governador eleito Carlos Moisés à cidade para ouvir as demandas da Acij, Acomac, Ajorpeme e CDL. Seria uma reunião antes da posse.
No primeiro turno, o então candidato do PSL não foi convidado para os encontros (só Merisio, Mariani e Décio foram chamados). No segundo turno, Moisés foi convidado, mas não compareceu. Agora, as tentativas continuam.
Futuro do MDB
Na reunião de terça-feira, em Florianópolis, Eduardo Pinho Moreira abordou a transição com Carlos Moisés no encontro com prefeitos, bancada e deputados eleitos do MDB. A formação da nova executiva também esteve em pauta. De Joinville, participaram Udo Döhler e Fernando Krelling.
Redes
A Águas de Joinville está contratando empresa para a realocação de redes em ruas como Jerônimo Coelho, do Príncipe, Itajaí, entre outras, em mais uma obra complementar à macrodrenagem do Mathias.
Defesa
Na Câmara de Joinville, James Schroeder (PDT) fez a defesa da aprovação do IPTU progressivo, cujo projeto está em análise no Legislativo. O vereador citou as áreas sem cobertura vegetal original na área urbana que não foram aproveitadas.
– O desmatamento não é um fim em si e sim um meio de se chegar a um empreendimento, e esses empreendimentos não estão acontecendo – reclamou o vereador.
Distorções
Para James, está havendo distorções, com terrenos desocupados em áreas com infraestrutura sendo mantidos para valorização.
– Enquanto isso há uma pressão na periferia, inclusive na área rural, para ocupação – disse ele.
O vereador entende que o IPTU progressivo pode corrigir as distorções. James Schroeder aponta que a previsão de maior tributação de imóveis sem uso é um estímulo para a ocupação.