Proposta cogita inclusão de uma hora nas sessões da Câmara de Joinville

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O vereador Jordão quer outra mudança no funcionamento da Câmara de Joinville, esta mais polêmica: a proposta é incluir mais uma hora nas sessões, hoje com duas horas cada uma, entre as 17h e 19h.

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A proposta só não vai adiante caso represente mais custos com despesas de pessoal. Se tiver isso, Jordão vai propor, então, quatro sessões por semana, em vez das três semanais (segundas, terças e quartas), com inclusão da quinta-feira. 

Saúde na UFSC
Em contato com a reitoria da UFSC, o deputado federal Hélio Costa (PRB) abordou a possibilidade de instalação de cursos na área de saúde na UFSC de Joinville, hoje com foco na engenharia de mobilidade. Para o parlamentar, a expansão para cursos de Medicina e Enfermagem também colaboraria no atendimento em unidades de saúde, além da formação. Na eleição, Hélio Costa fez 6,3 mil votos em Joinville. 

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Sem obras
De acordo com o relato do deputado, a UFSC precisa de R$ 78 milhões para a construção no campus da BR-101, em terreno comprado pelo governo do Estado. No entanto, observa a coluna, a universidade não tem dinheiro para retomar as obras paradas há cinco anos. E dificilmente terá em curto ou médio prazos, afinal assinou contrato até 2023, renovável até 2028, para ocupar espaços construídos para a instituição em condomínio industrial, com aluguel mensal de R$ 412 mil. 

Sem recesso
Nos próximos dias, Natanael Jordão (PSDB) apresenta projeto para tentar acabar com o recesso de julho na Câmara de Joinville. O Legislativo para entre 18 e 31 de julho. Para o vereador, o recesso no meio do ano até se justifica no caso da Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa, como forma dos parlamentares buscarem as bases, mas não seria o caso das câmaras municipais. 

21 veículos recolhidos
Como foi o primeiro dia da retomada, não dá para apontar como tendência. Mas caso os números de sexta continuem se repetindo no estacionamento rotativo, com 21 veículos guinchados em um só dia, o modelo passará a ser questionado e alvo de críticas. A multa e o guincho estão previstos no Código de Trânsito e a taxa de regularização, pretendida pela Prefeitura, foi revogado por causa do provável questionamento judicial, como ocorreu em outras cidades. Mas, assim como a gratuidade, a multa é uma novidade em Joinville, ainda mais sem tolerância. E poderiam ter sido recolhidos 79 veículos, mas a maioria dos motoristas conseguiu chegar antes do guincho, embora não tenham escapado da multa – no caso dos carros recolhidos, a permanência na vaga já estava em torno de três horas, bem além do limite. 
O rotativo foi retomado com 888 vagas disponíveis.

Primeira vez
Em operação inédita pela escala de órgãos envolvidos, a Baía da Babitonga passou por fiscalização na sexta, com concentração nas ilhas Rita, do Corisco e do Cação, além dos rios Cubatão e Palmital. 

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Fiscalização
A força-tarefa formada por 34 pessoas e nove barcos teve foco ambiental, com orientação para pescadores (também houve apreensão de equipamentos e autos de infração) e verificação  de draga. Mais ações serão realizadas nos próximos meses. 

Participação
“Estamos integrando os órgãos de controle para intensificar a fiscalização”, diz o procurador Flávio Pavlov da Silveira. A iniciativa foi do Grupo Pró-Babitonga (GPB). Criado em 2017, o GPB reúne 26 entidades das seis cidades da Babitonga. Na operação de sexta, a organização foi do MPF, Polícia Federal e Polícia Militar Ambiental, com participação da Marinha, IMA e Ibama e servidores de Joinville, Garuva, Itapoá e São Francisco.