Quedas internam quatro vezes mais do que acidentes de trânsito em Joinville

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As quedas estão entre as principais causas de internações hospitalares em Joinville no grupo das chamadas causas externas, do qual fazem parte também as agressões e acidentes de trânsito, por exemplo. No ano passado, até novembro, foram 2,8 mil atendimentos por esse motivo em hospitais, em levantamento somente com os casos bancados pelo SUS.

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Os acidentes de trânsito, apenas para comparar, provocaram 714 internações. Ou seja, as quedas motivam o quádruplo em comparação com o trânsito.

E, inversamente ao que vem ocorrendo com os acidentes envolvendo veículos, as quedas só têm aumentado: em dez anos, essas situações aumentaram 80% nos hospitais em Joinville.

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A maioria dos casos registrados pelo Datasus no ano passado foi na faixa entre 20 e 59 anos, formada pela maioria da população. Os pacientes com mais de 60 anos representaram 24% das internações, uma participação elevada levando-se em conta que os idosos representam apenas 9% da população de Joinville, conforme o último censo.

A maior parte das quedas não traz especificações detalhadas dos motivos. Já entre os casos com esse tipo de informação, a maioria é queda de nível, junto ao chão, e de altura. Foram citadas também nas internações hospitalares quedas em escadas, provocadas por móveis, passo falso, andando de patins, entre outras situações. 

Só na primeira

O recurso do MPF na segunda instância conseguiu manter a ação da obra do Mathias na Justiça Federal. Mas o pedido de paralisação dos trabalhos e realização de nova licitação não foi analisado pelo TR4: isso caberá à primeira instância.

Nem férias…

O boato da doença causou espanto entre o pessoal de Udo não só pelo fato de o prefeito estar bem de saúde, mas também porque não há férias pretendidas para depois do Carnaval, quando o prefeito se afastaria para se tratar, segundo a especulação, já desmentida.

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BR-280 e aldeias

Nesta semana, tem reunião na comunidade indígena Piraí, em Araquari, para tratar das obras de duplicação da BR-280 e das medidas para atendimento de demandas das aldeias na área de abrangência das obras. O componente indígena do plano básico ambiental prevê construção de instalações, ciclovia, compra de áreas, serviços de saúde, entre outras providências. A segunda fase do programa prevê contratação de empresa para implantar as medidas. 

Sem liberação

O atendimento das medidas previstas para as comunidades indígenas é uma das obrigações do DNIT para levar adiante a duplicação da BR-280. Neste momento, por exemplo, não estão sendo permitidas obras no entorno das aldeias Piraí e Morro Alto (São Francisco do Sul) enquanto não for concluído o plano de trabalho da nova fase do programa índigena – há outras pendências que também impedem os trabalhos, como a falta de dinheiro. São dez aldeias na região da duplicação, com mais de 500 indígenas nas comunidades.