O Deinfra acredita em conclusão de reparo na SC-415, em São João do Itaperiú, até a primeira semana de julho, com liberação para a passagem de veículos. A pista cedeu em um trecho e precisou ser reconstruída, com escavações de até sete metros de profundidade.
Assinado
As pendências foram atendidas e foi, enfim, assinado o convênio entre a Prefeitura de Joinville e o Abrigo Animal. Assim, a ONG vai continuar recebendo animais recolhidos nas ruas.
Mais uma?
Se não houver cobrança, a conclusão do asfaltamento da Estrada Rio do Morro pode acabar como a duplicação do acesso ao Distrito Industrial (Hans Dieter-Edgar Meister): uma promessa do governo do Estado que não passou da licitação. Nesta semana, completa um mês da abertura das propostas da obra de R$ 6,1 milhões (oferta mais baixa), e o contrato ainda não foi assinado. Já a concorrência do eixo industrial está parada desde o ano passado.
Tapa-buraco
Como houve recurso administrativo, ainda não foi assinado o novo contrato de manutenção da pavimentação (tapa-buracos) da zona Leste de Joinville. Os contratos de outras três regiões, com previsão de uso de R$ 2,6 milhões, foram assinados na semana passada.
Sem data
Pelo narrado pelo prefeito de Araquari, Clenilton Pereira, após visita a Florianópolis, a mudança nas redes de água e de gás na BR-280 estão encaminhadas, mas ainda não há data para as alterações. Clenilton esteve lá para pedir pressa.
Sem duplicar
Sem a transferência, não há como começar a duplicação da rodovia federal nas imediações do Instituto Federal Catarinense, o antigo Colégio Agrícola.
Progressivo
Nesta semana, a Câmara de Joinville começa a analisar proposta complementar à LOT com garantia de polêmica: a adoção do IPTU progressivo. A cobrança mais alta do imposto em terrenos baldios ou subutilizados já passou pelo Conselho da Cidade, onde a proposta foi suavizada, e já teve audiência pública no final de maio.
Cinco anos
A proposta a ser enviada à Câmara prevê alíquota de até 12%, a ser atingida gradativamente em cinco anos se o imóvel não vier a ser aproveitado. Hoje, dono de área vazia paga entre 2% e 7% de IPTU – no caso da alíquota mais alta, apenas uma reduzida região da cidade é atingida. Mesmo na proposta do progressivo, a incidência será limitada, não atingirá toda a cidade.
Com prazos
Há previsão de escala para notificação dos donos dos imóveis: começa por uma região para depois ir para outra, em intervalo que pode chegar a quatro anos. Terrenos com função ambiental (cortados por curso d’água ou outra restrição) ou em área de conservação, até 450 m2 (se pertencente a pessoa física), se em uso de atividade rural, com previsão de ser usado em ampliação de indústrias, entre outros casos – basta uma dessas situações – estão fora do progressivo.