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Proposta de CPI do transporte coletivo avança na Câmara de Florianópolis

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Por Ânderson Silva
09/01/2019 - 05h00 - Atualizada em: 09/01/2019 - 08h24
Ônibus
(Foto: )

A Frente Parlamentar da Mobilidade Urbana na Câmara de Vereadores de Florianópolis tem cinco assinaturas das oito necessárias para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do transporte coletivo. O grupo é coordenado por Maikon Costa (PSDB).

Além dele, assinam o requerimento os vereadores Marquito (PSOL), Vanderlei Farias (PDT), Lino Peres (PT) e Marcelo da Intendência (PP). As conversas avançaram também com outros dois membros dos Legislativo que ainda não assinaram.

Segundo Costa, a Frente Parlamentar já vinha trabalhando para apresentar a proposta da CPI. O aumento do valor da passagem, explica, é apenas um dos pontos.

O assunto ganhou força depois que o movimento Acredito abriu um abaixo-assinado virtual para exigir dos parlamentares a instalação da Comissão.

Segundo o chefe de gabinete do prefeito Gean Loureiro, Bruno Oliveira, a prefeitura ainda tenta entender o “fato determinado”. Sem ele, avalia, a CPI cai em descrédito. Oliveira alega que modelo em vigência foi assinado no governo passado: “estamos apenas seguindo o contrato que já tinha”.

Organizador do abaixo-assinado virtual, Israel Rocha vai se reunir nesta quarta-feira com Gean. Segundo Rocha, já há garantia das oito assinaturas necessárias para a abertura da CPI.

A postos

O secretário de Mobilidade Urbana de Florianópolis, Marcelo Silva, disse ontem na CBN Diário que está à disposição da Câmara de Vereadores caso os parlamentares queiram convocá-lo para falar sobre o preço da passagem do transporte coletivo. Ele falou sobre a intenção de um grupo de renovação política, amparado por membros do Legislativo, de criar uma CPI para analisar as planilhas de custos do ônibus da Capital.  

Perícia

Silva argumenta que os dados que embasam os cálculos são enviados periodicamente ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), como ocorreu neste começo de ano após a definição do aumento da passagem: “Não identificamos falta de transparência, todos os anexos e contratos vêm sendo periciados pelo TCE”, alegou na entrevista. O secretário disse que a articulação para barrar a CPI na Câmara ficará a cargo da Casa Civil e do prefeito Gean Loureiro.

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Colunista da NSC Comunicação, publica diariamente informações relevantes sobre as decisões que impactam o catarinense, sem esquecer dos bastidores dos poderes. A rotina de Florianópolis em texto e imagens também está no radar da coluna.

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