Um dos piores sentimentos humanos é a inveja. Pois é exatamente o que sinto hoje da seleção argentina. E muita, mas muita inveja.
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Inveja de um time que luta até o fim. Inveja de um time que tem alma, honra a camisa e honra a torcida.
Inveja de uma seleção corajosa, que não desiste jamais, seja contra Cabo Verde, Egito, Suíça ou Inglaterra.
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Inveja de um país que tem um monstro chamado Lionel Messi.
Aos 39 anos, Messi foi espetacular no segundo tempo da Argentina na belíssima e justíssima virada sobre os ingleses. Um show de liderança, talento, raça, amor ao futebol.
Verdade, a Inglaterra foi covarde. Seu técnico alemão mexeu muito mal. O time recuou demais, foi duramente castigado e não resistiu à forte pressão.
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Nada disso tira o brilho de Messi & Cia, que enfrentarão a poderosa Espanha, domingo, na final da copa norte-americana.
Nosso grande poeta Mario Quintana escreveu: “A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe”. Sim, a alma existe. E hoje ela tem nome, se chama Argentina.
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