A Seleção Brasileira foi, mais uma vez, um time desconjuntado, desarrumado, sem opções táticas. Viveu um sofrimento atroz e desnecessário contra a apenas organizada seleção japonesa. Agora vamos às oitavas, domingo que vem, às 17h.

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O gol japonês saiu depois de um passe errado de Danilo. O time foi tomado pelo nervosismo. As atuações de Paquetá e Casemiro foram medíocres. Os laterais repetiram a mesmice improdutiva das três partidas da primeira fase. A pobreza tática se revelou. Os buracos no meio-campo eram enormes.

Então a raça e algumas faíscas de criatividade apareceram no segundo tempo. Era impossível não vencer. O domínio e a pressão cresceram. Mas a classificação foi garantida somente no final dos acréscimos. Belo passe de Bruno Guimarães, gol de Gabriel Martinelli.

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Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães, Vinicius Jr. e Rayan foram os melhores da seleção. Para a Dona Fifa, Casemiro foi o craque do jogo. Vai entender. Autor do gol de empate e desfilando passes errados e lentidão em campo, nem o próprio Casemiro deve ter acreditado nisso.

Como diria Zagallo, faltam quatro jogos para a quebra do jejum. Sonhar é de graça.

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